5 receitas sem ultraprocessados para o natal

O Natal é sinônimo de mesa farta, mas isso não precisa significar pratos pesados ou repletos de ultraprocessados. É possível criar uma ceia deliciosa, nutritiva e totalmente natural, valorizando ingredientes frescos, cores vibrantes e combinações cheias de sabor. A seguir, cinco opções que unem saúde e tradição sem abrir mão do prazer gastronômico. Peru marinado com ervas e limão O segredo está na marinada natural, feita com suco de limão, alho, alecrim, tomilho, páprica e azeite. Marinadas naturais reduzem a formação de compostos indesejáveis, deixam a carne mais suculenta e intensificam o sabor sem aditivos. Farofa nutritiva com castanhas, cenoura e uvas-passas Feita com farinha de mandioca artesanal, castanhas brasileiras, cebola dourada e cenoura ralada, essa versão substitui defumados e embutidos sem perder a textura e o aroma característicos da farofa natalina. Arroz natalino com cúrcuma e sementes O uso da cúrcuma traz cor e ação antioxidante. Adicionar sementes de abóbora e girassol aumenta o aporte de zinco e magnésio, minerais importantes para imunidade e metabolismo. Salada festiva com molho cítrico Folhas verdes, manga madura, romã e nozes compõem uma salada refrescante rica em fibras e polifenóis. O molho pode ser feito com azeite, limão, mostarda natural e mel. Pavê saudável de frutas e creme de coco Um creme de coco natural com mel ou tâmaras substitui opções industrializadas. Camadas de morango, manga e biscoito artesanal complementam a sobremesa. Essa ceia não só preserva a tradição, mas oferece muito mais leveza, sabor e benefícios durante as festas.

Alimentação e prevenção do câncer

Introdução Diversos estudos mostram que cerca de um terço dos casos de câncer estão relacionados à alimentação e ao estilo de vida. Isso significa que a prevenção começa no prato. Neste texto, você entenderá quais hábitos alimentares ajudam a reduzir o risco de câncer. O papel da alimentação na prevenção A alimentação equilibrada fornece antioxidantes, vitaminas e minerais que protegem as células contra mutações. Por outro lado, o consumo frequente de ultraprocessados, carnes processadas e excesso de açúcar favorece inflamações e danos celulares. Alimentos que ajudam na prevenção do câncer Priorize alimentos naturais, coloridos e variados. Frutas vermelhas, vegetais crucíferos (como brócolis e couve-flor), cúrcuma e alho contêm compostos com ação antioxidante.As fibras também são importantes. Elas auxiliam na eliminação de toxinas e equilibram a microbiota intestinal. Grãos integrais, feijões, frutas e verduras devem estar presentes diariamente. O que evitar Alguns alimentos estão diretamente associados a maior risco de câncer. O consumo de carnes processadas, bebidas alcoólicas e frituras deve ser reduzido. Alimentos ricos em gorduras trans e corantes artificiais também contribuem para processos inflamatórios. Outros fatores importantes Além da alimentação, é essencial manter um peso saudável, praticar atividade física e dormir bem. O tabagismo e o consumo excessivo de álcool aumentam significativamente o risco de diversos tipos de câncer. Conclusão A prevenção do câncer passa por escolhas diárias. Optar por alimentos naturais, reduzir processados e manter hábitos saudáveis fortalece o corpo e protege as células. Pequenas mudanças consistentes têm grande impacto na saúde a longo prazo.

Ashwagandha para recuperar o sono

ConA busca por estratégias seguras e eficazes para otimizar a performance esportiva tem levado pesquisadores a investigar o uso de plantas medicinais no esporte. Uma delas é a ashwagandha (Withania somnifera), adaptógeno tradicionalmente utilizado na medicina ayurvédica. Recentemente, um estudo científico trouxe novas evidências sobre os benefícios dessa planta em jogadoras de futebol, especialmente na recuperação muscular e na qualidade do sono. O estudo em jogadoras de futebol O trabalho de Coope et al. (2025) avaliou 30 jogadoras de futebol feminino, com idade entre 18 e 36 anos, média de 14 anos de carreira, estatura de 1,66 m e peso médio de 61,5 kg. As atletas foram divididas em dois grupos: Grupo Ashwagandha: recebeu 600 mg/dia do extrato da raiz. Grupo Placebo: recebeu uma cápsula inativa (não especificada). O estudo foi randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, durou 28 dias e monitorou também a ingestão alimentar das atletas. Principais resultados Recuperação percebida: as jogadoras que consumiram ashwagandha relataram uma melhora significativa na recuperação muscular ao longo do estudo. Qualidade do sono: a percepção da qualidade do sono apresentou melhora já a partir do 14º dia de suplementação. Comparação com o placebo: o grupo controle não apresentou mudanças relevantes nos mesmos indicadores. Esses resultados reforçam a importância de considerar estratégias nutricionais e fitoterápicas individualizadas no contexto esportivo. Por que isso é importante para atletas? No futebol, a alta intensidade dos treinos e jogos pode levar a fadiga acumulada, queda de performance e até maior risco de lesões. O sono insuficiente compromete tanto a recuperação muscular quanto o equilíbrio hormonal. Nesse cenário, a ashwagandha pode atuar como um aliado natural, auxiliando na redução do estresse físico, na recuperação mais eficiente e na melhora da qualidade do descanso noturno. Conclusão A suplementação com ashwagandha (600 mg/dia) demonstrou benefícios significativos em jogadoras de futebol feminino, especialmente na recuperação e no sono. Até aqui, você já percebeu que o uso deve ser sempre orientado por um profissional de saúde, considerando individualmente as necessidades da atleta. A ashwagandha pode se tornar uma ferramenta valiosa para potencializar a saúde, a performance e a longevidade esportiva.

Suplementação para controle da enxaqueca

A enxaqueca é uma condição neurológica que afeta milhões de pessoas no mundo, trazendo prejuízos significativos à qualidade de vida. Nos últimos anos, a ciência tem investigado alternativas nutricionais que podem auxiliar no manejo dessa condição além dos medicamentos tradicionais. Um estudo publicado no Tropical Journal of Pharmaceutical Research analisou os efeitos da suplementação com ômega-3 (180 mg EPA + 120 mg DHA), vitamina E (3 mg) e acetil-L-carnitina (500 mg) durante 30 dias em homens com enxaqueca recorrente. Os resultados foram promissores e ajudam a compreender o impacto da nutrição sobre os mecanismos da dor. Como o estudo foi conduzido? Participaram 40 homens entre 20 e 65 anos com diagnóstico confirmado de enxaqueca (2 a 8 crises por mês). O grupo foi comparado a 20 homens saudáveis da mesma faixa etária, sem enxaqueca e sem suplementação. Antes da intervenção, não havia diferenças significativas entre os grupos em relação a idade, índice de massa corporal e vários parâmetros bioquímicos. Contudo, os pacientes com enxaqueca apresentavam níveis mais altos de colesterol total e triglicerídeos. Resultados após 30 dias de suplementação Melhora dos neurotransmissores: A serotonina sérica aumentou significativamente, indicando possível melhor equilíbrio cerebral. Perfil lipídico mais saudável: Houve redução do colesterol total e dos triglicerídeos. Redução da frequência das crises: A mediana caiu de 4 para 2 episódios por mês. Diminuição da intensidade: A escala de gravidade foi reduzida de 3 para 2 pontos. Esses resultados reforçam o papel da nutrição funcional como ferramenta de suporte no tratamento da enxaqueca. Possíveis mecanismos de ação A combinação dos nutrientes estudados pode ter atuado por diferentes vias: Ômega-3 (EPA e DHA): ação anti-inflamatória e neuroprotetora, reduzindo a excitabilidade neuronal. Vitamina E: antioxidante, auxiliando na proteção das membranas celulares contra radicais livres. Acetil-L-carnitina: suporte mitocondrial, melhorando a produção de energia celular e reduzindo a fadiga associada às crises. Conclusão A suplementação com ômega-3, vitamina E e carnitina apresentou impacto positivo na frequência e intensidade da enxaqueca, além de contribuir para melhora de biomarcadores relacionados à inflamação e metabolismo lipídico. Embora os resultados sejam encorajadores, é fundamental destacar que cada pessoa responde de forma única. A personalização da dieta e suplementação, quando necessária, deve sempre ser acompanhada por um profissional de saúde. Referência SARGAZI, M. et al. Effect of nutritional supplementation with omega-3, acetyl-L-carnitine and vitamin E on biochemical parameters and migraine outcome. Tropical Journal of Pharmaceutical Research, v. 23, n. 4, p. 635–642, 2024.

Por que você deve sempre conferir a procedência dos alimentos antes de consumir

Vivemos em um tempo onde a oferta de alimentos e suplementos é enorme, e muitas vezes confiamos na marca ou na embalagem bonita para escolher o que colocar no carrinho. Mas você já parou para pensar no risco de consumir algo sem verificar sua procedência? Mesmo produtos de marcas conhecidas podem apresentar problemas sérios em determinados lotes. Problemas que já foram identificados pela Anvisa Nos últimos anos, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tem realizado um trabalho intenso de fiscalização de alimentos, suplementos e até condimentos vendidos no Brasil.Entre os problemas mais comuns encontrados estão: Rotulagem incorreta: quando a embalagem omite informações importantes, como a presença de glúten ou alérgenos. Contaminação microbiológica: casos de alimentos contaminados com bactérias como Staphylococcus aureus. Substâncias não declaradas: presença de conservantes ou ingredientes proibidos sem aviso ao consumidor. Produtos sem registro sanitário: suplementos e cogumelos comercializados sem autorização. Falsificação e irregularidades: como azeites adulterados e suplementos falsificados. Isso mostra que, mesmo quando compramos algo de marca famosa ou aparentemente confiável, ainda assim pode haver riscos. Por que conferir a procedência é essencial Antes de consumir um alimento ou suplemento pela primeira vez, vale a pena tomar alguns cuidados básicos: Verifique se o produto tem registro na Anvisa – suplementos e alimentos devem estar regularizados. Leia o rótulo com atenção – ingredientes, alergênicos e informações nutricionais podem revelar problemas. Pesquise se o lote já foi notificado – muitas vezes apenas um lote específico apresenta contaminação ou irregularidade. Desconfie de preços muito abaixo do mercado – falsificações são comuns, especialmente em suplementos importados. Esse cuidado não é excesso de zelo, mas sim uma forma de proteger sua saúde e a de sua família. Não confie apenas na marca É natural pensar que uma empresa grande e conhecida nunca deixaria passar um erro grave, mas a realidade mostra que até as marcas mais famosas já tiveram lotes banidos. Isso não significa que todos os produtos da marca são ruins, mas reforça a importância de estar atento ao que você consome. Conclusão A melhor forma de garantir segurança alimentar é ser um consumidor consciente. Conferir a procedência, checar informações no site da Anvisa e se atualizar sobre alimentos e suplementos proibidos pode evitar problemas sérios de saúde. Se você quer conferir alguns dos alimentos e produtos já banidos no Brasil recentemente, recomendo a leitura desta matéria da Band:Anvisa aumenta lista de azeites proibidos e inclui mais alimentos.

Quando a inflamação ultrapassa a dieta

Quando a inflamação ultrapassa a dieta Mesmo com uma alimentação considerada equilibrada, há indivíduos que sofrem com sinais persistentes de inflamação como fadiga, dores articulares, inchaço e alterações gastrointestinais. Em muitos casos, a causa está na genética. Polimorfismos inflamatórios comuns Certas variantes genéticas, como em genes TNF-α, IL-6, CRP e NLRP3, estão associadas à produção exagerada de citocinas pró-inflamatórias. Quando ativados por fatores ambientais (estresse, sono ruim, toxinas, microbiota disfuncional), esses genes intensificam a resposta inflamatória. O papel do ambiente e da epigenética A genética carrega a predisposição, mas o estilo de vida ativa ou silencia os genes. Alimentação anti-inflamatória, sono restaurador, gestão do estresse e suporte intestinal adequado podem modular a expressão gênica e reduzir a inflamação. Estratégias práticas Priorize alimentos anti-inflamatórios: cúrcuma, gengibre, vegetais, ômega-3 Reduza gatilhos ambientais: poluição, toxinas, alimentos ultraprocessados Considere exames genéticos e testes funcionais para traçar seu perfil inflamatório Conclusão Quando a inflamação ultrapassa a dieta pode ser mais sobre quem você é do que sobre o que você come. Com conhecimento genético, a nutrição deixa de ser genérica e se torna precisa, preventiva e eficaz. Descubra seu perfil genético e personalize sua estratégia de bem-estar.

O que é o gene FTO?

O que é o gene FTO? O FTO (Fat Mass and Obesity Associated) é um dos genes mais estudados em relação à obesidade. Polimorfismos nesse gene estão associados ao aumento do apetite, maior preferência por alimentos calóricos e menor saciedade. Como o FTO afeta o emagrecimento? Indivíduos com variantes de risco (como o alelo A) apresentam: Maior consumo calórico Redução da resposta à leptina (hormônio da saciedade) Metabolismo mais lento Maior tendência ao acúmulo de gordura visceral Estratégias nutricionais para o FTO Dietas com maior teor de proteínas e fibras para controlar a saciedade Controle do índice glicêmico Atividades físicas regulares (300 minutos por semana) que melhoram a sensibilidade à insulina Suporte emocional e comportamental para lidar com compulsões alimentares Conclusão Ter um gene FTO alterado não significa que você está condenado ao excesso de peso. Significa que seu corpo responde de forma diferente e precisa de uma estratégia adaptada à sua biologia. Agende uma consulta para descobrir como trabalhar a seu favor mesmo com a genética desafiadora.

COMT e MAO-A: os genes que moldam seu humor e apetite

COMT e MAO-A: os genes que moldam seu humor e apetite Os genes COMT (catecol-O-metiltransferase) e MAO-A (monoamina oxidase A) codificam enzimas responsáveis por metabolizar neurotransmissores essenciais, como dopamina, serotonina e noradrenalina. Polimorfismos (variações genéticas) nesses genes podem modificar a velocidade com que essas substâncias são degradadas, impactando diretamente o equilíbrio químico do cérebro — e, com isso, influenciando o humor, o comportamento alimentar e até a resposta ao estresse. Como isso afeta seu comportamento? COMT “rápido”: menor dopamina circulante → mais distração, busca por prazer imediato (como doces) COMT “lento”: dopamina alta → ansiedade, tensão MAO-A alterado: maior risco de compulsão alimentar, irritabilidade, depressão Personalizando a alimentação e suplementação Pessoas com COMT rápido podem se beneficiar de alimentação rica em tirosina e estratégias de prazer consciente COMT lento deve evitar excesso de estimulantes como cafeína MAO-A alterado pode exigir suporte com B6, magnésio e adaptógenos Conclusão Afinal, seu comportamento não é apenas uma questão de força de vontade, mas também o resultado de uma complexa química cerebral, profundamente influenciada pelos seus genes. E é possível regular isso com uma abordagem nutricional inteligente. Quer entender melhor sobre COMT e MAO-A: os genes que moldam seu humor e apetite? Agende sua consulta clicando na imagem abaixo ou escaneando o o qr-code.

Nutrigenômica: quando o alimento conversa com seus genes

Você sabia que o que você come pode “ativar” ou “desativar” genes no seu corpo? A ideia pode parecer futurista, mas já é realidade: a nutrigenômica é uma área da ciência que estuda como os nutrientes influenciam a expressão dos seus genes e como os seus genes influenciam a forma como você responde aos alimentos. Sim, sua alimentação pode literalmente conversar com seu DNA! Por que a mesma dieta funciona para uns e não para outros? Você com certeza já viu isso acontecer: uma amiga faz uma dieta e emagrece rapidinho, enquanto você segue exatamente o mesmo plano e… nada. Ou sente cansaço, intestino preso, inchaço, compulsão por doces. A resposta pode estar nos seus genes. A nutrigenômica investiga justamente isso: como as variações genéticas individuais influenciam o metabolismo, o aproveitamento de nutrientes, a inflamação, o risco de doenças e até a sua fome e saciedade. O que podemos descobrir com um teste nutrigenético? Por meio de um exame simples (feito com saliva ou swab bucal), conseguimos analisar polimorfismos genéticos — pequenas variações no DNA que podem alterar a forma como seu corpo reage a: Carboidratos e gorduras Cafeína e lactose Jejum intermitente Suplementos e vitaminas Atividade física Sono e estresse Detoxificação e inflamação Como isso muda sua alimentação? Com base no seu perfil genético, é possível montar um plano alimentar realmente personalizado — que respeita sua biologia, evita erros comuns e potencializa seus resultados. Por exemplo:🔹 Você pode ter mais facilidade de inflamar com glúten ou laticínios.🔹 Pode precisar de doses maiores de ômega-3 ou B12.🔹 Pode não responder bem ao jejum ou a dietas muito restritivas.🔹 Ou pode ter genes que afetam a forma como metaboliza cafeína, ferro ou vitamina D. Nutrição de precisão: o futuro é agora A nutrição de precisão, combina o conhecimento genético com sua história, sintomas, exames e estilo de vida. É um cuidado mais profundo, respeitoso e inteligente. Nada de receitas prontas: você recebe um plano feito para o seu DNA. Quer saber como seus genes influenciam sua saúde? Agende uma consulta e descubra como a nutrigenômica pode transformar a forma como você cuida de si mesma.

Microbiota e Saúde da Mulher

Você sabia que a microbiota tem toda relação com a saúde da mulher? A microbiota influencia diretamente a saúde hormonal, emocional, imunológica e ginecológica da mulher? Cada vez mais estudos comprovam que o intestino é peça-chave no equilíbrio do corpo feminino — da TPM à fertilidade, da imunidade à saúde íntima. Neste conteúdo, você vai entender como essa relação acontece e por que cuidar da microbiota e saúde da mulher pode transformar a sua qualidade de vida. O Que é a Microbiota? A microbiota é o conjunto de trilhões de micro-organismos que habitam o nosso corpo, principalmente no intestino. Quando está em equilíbrio, ela apoia funções vitais como: Digestão e absorção de nutrientes. Produção de vitaminas, como K e complexo B. Fortalecimento do sistema imune. Modulação do humor e comportamento. Regulação hormonal e controle da inflamação. A Relação Entre Microbiota e Saúde da Mulher 1. Equilíbrio Hormonal O intestino abriga o estroboloma, um grupo de bactérias responsável por metabolizar o estrogênio. Se há disbiose (desequilíbrio da microbiota), esse processo é prejudicado, o que pode gerar: TPM acentuada. Inchaço e retenção de líquidos. Acne hormonal. Maior risco de miomas, endometriose e até dificuldades na fertilidade. Por isso, equilibrar a microbiota é essencial para manter a saúde hormonal feminina. 2. Saúde Intestinal e Saúde Íntima A microbiota intestinal influencia diretamente a microbiota vaginal. Assim, quando há disbiose intestinal, aumentam os riscos de: Candidíase de repetição. Infecções urinárias. Corrimentos e desconfortos íntimos. Logo, cuidar da saúde intestinal é uma forma eficaz de preservar a saúde ginecológica. 3. Imunidade e Autoimunidade Mais de 70% do sistema imune está localizado no intestino. Por isso, mulheres com disbiose têm maior propensão a desenvolver doenças autoimunes como: Tireoidite de Hashimoto. Lúpus. Artrite reumatoide. Assim, fortalecer a microbiota intestinal é uma medida preventiva importante. 4. Saúde Mental Feminina A comunicação entre intestino e cérebro — conhecida como eixo intestino-cérebro — afeta diretamente os neurotransmissores. Quando há disbiose, podem surgir ou se agravar quadros de: Ansiedade. Irritabilidade. Insônia. Depressão. Portanto, cuidar da microbiota também melhora a saúde mental da mulher. Como Cuidar da Sua Microbiota e Apoiar Sua Saúde Feminina Adotar algumas práticas simples pode favorecer a microbiota e saúde da mulher: Consuma mais fibras: verduras, frutas, sementes e leguminosas.Inclua alimentos fermentados naturais, como kefir e kombucha.Evite açúcares, álcool e ultraprocessados, que alimentam bactérias prejudiciais.Modere o uso de antibióticos e anti-inflamatórios.Gerencie o estresse e priorize boas noites de sono.Realize exames específicos para avaliar sua microbiota e saúde intestinal com precisão. Esses cuidados ajudam a manter o equilíbrio do microbioma, promovendo saúde integral. Nutrição Funcional Para o Corpo Feminino No meu atendimento, utilizo ferramentas como testes de microbioma e análises nutrigenéticas para compreender a fundo as necessidades do seu corpo. A modulação intestinal é sempre um ponto de partida para equilibrar hormônios, imunidade, saúde mental e qualidade de vida. Por meio da nutrição funcional, é possível adotar estratégias personalizadas que respeitam a sua biologia e promovem bem-estar. Quer entender como sua microbiota pode estar afetando sua saúde? Marque sua consulta comigo e comece a transformar seu bem-estar de dentro para fora! Atendimentos presenciais e online @alessandrazambom_nutricionistaAlessandra Zambom – CRN 3/30092Mestre em Nutrição, Esporte e Metabolismo | Especialista em Saúde Intestinal e Nutrição de Precisão